sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Feliz ano novo.

Bom. O fato de ter passado o reveillon com a minha família não seria ruim se não fosse uma completa morgação e o fato de só ter cerveja NOBEL (nem espumante tinha) não ter contribuído pra eu nem ter algum tipo de diversão nesta data. Nem pra praia rolou de ir...

Era pra eu ter curtido com amigos, mas devido a estresses alheios, não rolou. E a pessoa com quem eu queria ficar neste ano novo também não apareceu. Planos pelo ralo.

Volto de 1h e meia da manhã e fico na net conversando com amigos pra chegar o sono.
Acordo, almoço, vou estudar. e enquanto isso, todo mundo vem me dizer o quanto se divertiu no reveillon.

AH, QUE DIAZINHO ESCROTO, PQP. ¬¬

Espero que o ano em si seja melhor do que este primeiro dia. Reveillon do ano que vem será MUITO diferente. Prometo isso a mim mesmo...

e espero sinceramente, que o fim de ano de quem leia esta merda aqui tenha sido melhor que o meu.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

NÓIA

Incrível como mulher dá pano pra manga. Paranóia vem de insegurança, e a insegurança não está no outro, e si, em si mesmo. Acaba criando problemas onde não existem, logo, uma DR totalmente evitável e desnecessária e etc.etc.etc. (ad infinitum)

Mulher que procura saber das coisas que não precisa e não respeita nem a privacidade nem o direito do cara de expressar suas opiniões sobre outras mulheres acaba descobrindo o que não quer ver. E depois reclama e vem tirar satisfação como se nós sempre fôssemos culpados de todas as merdas do mundo e do relacionamento.

Depois fica com joguinho: "ah, se fosse você, vc tb não gostaria se eu BLAHBLAHBLAHBLAHBLAH..." ah, sinceramente. GUILT TRIPS são coisa do passado. Hoje negócio é ser honesto e dizer na cara mesmo, SE for o caso.

Eu procuro ser legal, mas quando abusam de minha "legal"zice, eu fico puto.

CIÚME E INSEGURANÇA É FODA, eu digo!!

sábado, 28 de novembro de 2009

EU SABIAI!!!!!!!!!!!!!!

A ciência confirma: as mulheres preferem os cafajestes

Os rapazes “do bem” provavelmente já sabiam disto: “garotos maus” têm mais sucesso com as garotas. A conclusão é de dois estudos divulgados nesta quarta-feira na revista “New Scientist” e pode explicar por que comportamentos anti-sociais persistem, apesar do custo que representam à sociedade.

As características mencionadas nos estudos são o narcisismo, a impulsividade, a insensibilidade e a atração por situações de perigo. Esses indivíduos também costumam enganar e explorar os outros, por sua natureza maquiavélica. Ao longo do tempo, homens com esse perfil eram banidos e viviam sós, famintos e vulneráveis a predadores. No entanto, esse comportamento pode ter trazido uma vantagem para esses homens: uma vida sexual fecunda, como afirma o pesquisador Peter Jonason, da Universidade do Novo México. Ele e seus colegas aplicaram testes de personalidade em 200 estudantes e detectaram que os “garotos maus” eram o que apresentavam maior número de relacionamentos de curto prazo. Jonason compara o perfil ao personagem James Bond, de “007″.

Outro estudo, com resultados similares, foi conduzido por David Schmitt, da Universidade Bradley, de Illinois. A pesquisa contou com mais de 35 mil entrevistas feitas em 57 países diferentes. Ambos os trabalhos foram apresentados em um encontro sobre comportamento humano e evolução realizado este mês em Kyoto, no Japão.

Para o pesquisador Matthew Keller, da Universidade do Colorado, falta descobrir por que essas características, que parecem bem-sucedidas do ponto de vista evolutivo, não tornaram-se mais comuns entre os homens. Uma hipótese, segundo Keller e Jonason, é que esse sucesso está ligado ao fato de que essas personalidades são raras. Se não fosse assim, as mulheres seriam mais cautelosas.
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Quando você era adolescente já teve a sensação de que não bastava ser bonzinho o suficiente para fazer sucesso com as garotas, pois elas sempre se interessavam pelos “bad boys”? Pois então, saiba que é verdade. Garotos “maus” fazem mais sucesso com as garotas, segundo estudos divulgados pela revista “New Scientist”.

A conclusão de dois estudos indicam que comportamentos como o narcisismo, impulsividade e a insensibilidade chamam a atenção das garotas. Durante os estudos, 200 jovens foram analisados, e os pesquisadores, chefiados por Peter Jonason, identificaram que os “bad boys” eram os que apresentavam maior índice de relacionamentos curtos, as famosas “ficadas”. Curiosamente, não foi sempre assim, homens com este tipo de comportamento eram banidos e viviam solitários.

Coincidência? Um outro estudo, feito na universidade Bradley, de Illinois, revelou que dentre os 35 mil entrevistados, os “bad boys” também se destacaram nas relações amorosas. A pesquisa foi tão séria que, os trabalhos foram apresentados em um encontro de comportamento humano, em Kyoto, no Japão. Segundo o pesquisador Matthew Keller, da Universidade do Colorado, ainda não se sabe determinar a causa desse interesse. Mas, o pesquisador acredita que o sucesso obtido pelos “bad boys” esteja ligado ao fato de que essas personalidades são raras. Se não fosse assim, as mulheres seriam mais cautelosas.

 
Eu já desconfiava. Mas e agora? Eu não sou cafa, nem quero ser. Mas ser bacana não tá me ajudando em nada, ultimamente. COMOFAS?//

domingo, 22 de novembro de 2009

Definitivamente...

É mais difícil ter algum tipo de envolvimento bacana e sem neura hoje em dia. Acho que nunca foi fácil.

E eu também acabei me vendo numa posição em que, ao não corresponder aos sentimentos de alguém, acabei ferindo-a mais ao tentar NÃO machucá-la. E ao tentar fazer as coisas menos dolorosas, acabei dando brecha pra tudo ir pra merda mesmo.

E o que mais me doeu foi ver a maneira como eu conduzi tudo isso, que me faz sentir uma vergonha ENORME por mim mesmo. Em ver como eu realmente não sou tão diferente como eu pensava. Em ver como não sentir a mesma coisa por alguém pode ser um fardo MAIOR do que sentir e não ser correspondido,mas a outra pessoa nunca saberá.

E SER SINCERO É UMA MALDIÇÃO.

E agora só me resta a auto-piedade.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Imperfeição

Quero tanto ser a companhia perfeita de alguém. Sim, homens também divagam em encontrar seu papel no PAR ou CASAL ideal, por mais que digam que não se importam com isso. (ah, estes desalmados. rs)

Perfeita, em termos: NADA é perfeito. Mas aquele que saiba quando estar do lado, quando dar espaço; aquele que pode corresponder ao sentimento da pessoa com quem caminha, sem pressão, nem cobrança, nem auto-piedade ou pena de outrem.

Mas como se dedicar de corpo e alma a alguém que te gosta se você mesmo não sabe se está inteiro na alma?

Falta-lhe maturidade, estabilidade, claridez de espírito. Falta-lhe PAZ.

E sem paz no coração, não há como amor nenhum florescer. Por isso mesmo ando num período muito conturbado, com carência misturada à consciência de que não posso me entregar a nenhum relacionamento sério no momento, NEM POR FRESCURA MINHA: mas em respeito à pessoa que eu eventualmente vá gostar.

"Preciso de carinho", já dizia Renato Russo. Mas eu vejo que é realmente MUITO DIFÍCIL pra vocês mulheres diferenciar/separar a expressão física (tesão) e sexual do real sentimento (amor/paixão). E isso dificulta demais as coisas, mesmo quando, EM TESE, as duas partes sabem no que vão se meter. Não raro, as consequências são desastrosas.

Preciso resolver MUITAS coisas nessa cabeça louca. Achei era adulto pra lidar com certas coisas e fiquei muito decepcionado comigo mesmo ao ver como estava errado.

E a vocês cujo coração eu magoei neste processo, embora nunca vão ler isso, minhas mais sinceras desculpas e gratidão, por terem me ensinado tanto, e me feito ver o quanto ainda eu tenho que amadurecer.

Mas sigo meu caminho, e quem quiser me acompanhar, preencha o formulário.
C'est la vie, right?

See you next time!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Reminiscências I

Tudo começou com a vizinha da frente. Os irmãos dela eram amigos de brincadeira de rua. Eu nos meus tenros 14 anos, ela, aos 15. Antes dela, só queria saber de estudar, ver desenho na TV, jogar videogame. Quando a vi na casa da frente, eu perdi o interesse em tudo mais na vida.

Ela reduziu meu mundo a apenas ela. Seria cômico, se não tivesse sido trágico.

Fui conversar com ela, morrendo de medo, e ficamos amigos rápido (eu sempre tive essa habilidade de FAZER AMIGOS RÁPIDO, parece uma skill inata de algum char de rpg). Com um bom tempo, eu consegui beijá-la. Foi aquele selinho bem tosco, mas aquilo queimou meu peito por dentro. Ela deu um sorriso que ficou estampado na minha mente por um bom tempo.

Daí passamos ao namorico, mãozinha dada no meio da rua, selinhos ocasionais e os coleguinhas de escola zoando, trá-lá-lá. Eu pegava o carro do meu tio emprestado, só pra eu e ela curtirmos uns amassos. Eu comecei a descobrir como era bom explorar o corpo feminino, mas não sabia nem a metade... O carro quase sempre amanhecia com os vidros embaçados. E meu tio gritando feito um psicopata.

Eis que, retornando mais cedo de uma viagem a Maceió, fui à casa dela querendo fazer uma surpresa.

Portão da casa dela aberto.

E a encontro dando uns amassos com um amigo meu do futebol da rua, no sofá da sala. Não me lembro de muita coisa; presumo que a fúria que senti na hora cegou-me os olhos, pois só me recordo do nariz quebrado dele e de todo o glossário de sinônimos de puta que eu gritei na cara dela. Lembro das lágrimas dela. O que eu disse foi pior que qualquer surra (e realmente eu não me atrevi a bater em mulher, a não ser na minha irmã, quando eu era pequeno rs).

2 semanas depois, a família dela se mudou pra uma rua adjacente.Os irmãos dela, sendo meus amigos, ficaram do meu lado e também condenaram a atitude dela. Mas apenas eles demonstraram alguma empatia pela minha situação. Todo o resto do conjunto residencial onde eu morava tava preocupado demais em me chamar de corno por um ano inteiro...

E eu tinha entrado no 1o ano colegial. Não conseguia estudar, não fixava as aulas, tudo voava descontroladamente, enquanto as provas vinham e eu ficava naquele fosso de auto-piedade. Minhas notas foram as piores possíveis. E eu decidi que não ia me interessar por mulheres tão cedo. tanto que passei os 3 anos do colégio me dedicando ao vestibular, televisão e videogames, tão somente. Recuperei minhas notas com muito esforço tentando esquecer tudo aquilo.

Isso me traumatizou de um jeito que até hoje eu abomino traição em qualquer situação, sendo um ato injustificável de falta de respeito, de consideração e de amor a quem está do seu lado. Abomino também os representantes do meu gênero que fazem o gênero "heartbreakers", ou os famosos "cafas", que pegam asmeninas, usam-as do jeito que bem-querem e depois as deixam na sarjeta com o coração partido. E POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, elas, em considerável maioria, continuam a se sentir atraídas por este tipo de homem. E a grande maioria das mulheres tem imensa dificuldade em separar sexo de sentimentos, e os "cafas" se aproveitam muito bem disso. Bom, não é o tipo de homem que desejo ser, apesar de ser amigo de vários e ouvir deles que existe o lado bom de ser um. Pode até ser, mas não parece bom pra mim. Eu quero MAIS que isso.

Pra mim sexo e sentimento (amor/paixão) não são a mesma coisa, e nem necessariamente andam juntos. Contudo, o melhor sexo é aquele com sentimento, onde além da energia corporal, da química, do tesão, você também intercambia as emoções sentidas pela pessoa com quem você está, elevando seu espírito a um nível incomparável. E isso não tem preço. Pelo menos nisso eu ainda me considero diferente da maioria dos caras. Ou considerava...

Já provei de sexo casual bom e ruim, mas raríssimas vezes tive sexo ruim com alguém que eu realmente amasse...mas isso é uma LONGUÍSSIMA estória fica pra outro dia.

See you next time!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Getting started...

Bom, aqui venho despejar o eventual excesso de divagações, pensamentos, questionamentos, dúvidas, incertezas, alegrias, tristezas, decepções, constatações, expectativas, frustrações, esperanças e realizações que surgem nesta confusa mente que vos fala/tecla. Principalmente com relação ao coração de um homem (é, garotas, nós também temos um, apesar de todo o contexto avesso a este fato incontestável).

Sempre me considerei um cara "diferente" da maioria dos outros. A maneira como fui criado foi bastante conservadora e sempre respeitei as mulheres, colocando-as num pedestal, imaginando que teríamos que tratá-las com Rainhas e Princesas se quiséssemos alguma atenção. E assim foi durante grande parte da minha ABORRECÊNCIA. Estudei muito, namorei pouco demais. Nunca fui partidário da "cafajestice" ou da "galinhagem", pois sempre fui tímido, desde pequeno mesmo. Chegar numa garota sempre foi uma verdadeira Odisséia (toca o tema de 2001... ¬¬) e, quase sempre, com resultados amargos e desanimadores.

Porém, à medida que fui crescendo e amadurecendo, fui entrando em contato com o mundo feminino e suas vicissitudes, as quais me atingiram como um punho alheio na face, como se alguém me desafiasse a um duelo. E fui aprendendo algumas coisas... e também, pra certa decepção minha, fui vendo que eu não era tão "diferente" nem tão "legal" quanto eu pensava que eu era.

Num relacionamento, você vislumbra o que a pessoa realmente é. Quando olho pra minha estória pessoal, vejo muitas cicatrizes... algumas ainda não totalmente apagadas... e é neste tipo de retrospectiva, num momento bastante crucial da minha vida, que venho dividir algumas palavrinhas sobre os vários assuntos contidos nestas cicatrizes com quem quiser ler (ou ninguém, rá!).

See you next time.