Bom, aqui venho despejar o eventual excesso de divagações, pensamentos, questionamentos, dúvidas, incertezas, alegrias, tristezas, decepções, constatações, expectativas, frustrações, esperanças e realizações que surgem nesta confusa mente que vos fala/tecla. Principalmente com relação ao coração de um homem (é, garotas, nós também temos um, apesar de todo o contexto avesso a este fato incontestável).
Sempre me considerei um cara "diferente" da maioria dos outros. A maneira como fui criado foi bastante conservadora e sempre respeitei as mulheres, colocando-as num pedestal, imaginando que teríamos que tratá-las com Rainhas e Princesas se quiséssemos alguma atenção. E assim foi durante grande parte da minha ABORRECÊNCIA. Estudei muito, namorei pouco demais. Nunca fui partidário da "cafajestice" ou da "galinhagem", pois sempre fui tímido, desde pequeno mesmo. Chegar numa garota sempre foi uma verdadeira Odisséia (toca o tema de 2001... ¬¬) e, quase sempre, com resultados amargos e desanimadores.
Porém, à medida que fui crescendo e amadurecendo, fui entrando em contato com o mundo feminino e suas vicissitudes, as quais me atingiram como um punho alheio na face, como se alguém me desafiasse a um duelo. E fui aprendendo algumas coisas... e também, pra certa decepção minha, fui vendo que eu não era tão "diferente" nem tão "legal" quanto eu pensava que eu era.
Num relacionamento, você vislumbra o que a pessoa realmente é. Quando olho pra minha estória pessoal, vejo muitas cicatrizes... algumas ainda não totalmente apagadas... e é neste tipo de retrospectiva, num momento bastante crucial da minha vida, que venho dividir algumas palavrinhas sobre os vários assuntos contidos nestas cicatrizes com quem quiser ler (ou ninguém, rá!).
See you next time.
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Acompanharei suas sagas, já que pareces ser um "cara legal".
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